
“Slow Fashion” foi um conceito que surgiu em 2004, criado pela escritora de moda Angela Murrills.
O “Slow Fashion” apareceu no mundo da moda devido a grandes preocupações com a sustentabilidade da indústria e em oposição à expressão “Fast Fashion”.
Assim, se o conceito de “Fast Fashion” significa o consumo rápido de peças de vestuário produzidas industrialmente em larga escala com vista a uma exportação massiva, o termo “Slow Fashion” caracteriza-se pelo oposto.
O movimento “Slow Fashion” defende a produção de vestuário de acordo com os direitos sociais, no que diz respeito às condições de trabalho e às preocupações ambientais relacionadas com os impactos que a produção de vestuário pode causar no planeta Terra.
Assim, podemos dizer que o movimento “Slow Fashion” assenta em pilares muito concretos e específicos, tais como:
- A priorização dos recursos locais: o movimento “Slow Fashion” prioriza a produção local, os consumidores e os recursos naturais locais, a fim de abrandar o fenómeno da globalização na moda, bem como o seu consumo excessivo e o desperdício;
- Transparência na produção de vestuário: para os defensores do “Slow Fashion”, a produção de vestuário deve ser realizada de forma transparente e, consequentemente, sensibilizar o consumidor para a real origem dos tecidos;
- A utilização de tecidos sustentáveis e duráveis: os defensores do “Slow Fashion” acreditam que, se as peças de vestuário forem feitas de tecidos sustentáveis e mais resistentes, o ritmo de consumo e desperdício na moda diminuirá.
Comentário
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